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Ponto de Leitura Biblioteca Abdias Nascimento

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Inscrições Abertas


Curso de Língua e Cultura Yorùbá


Presencial e Online

 E kàáro, sé dáadáa ni?

Bom dia, como vai?
Venha falar yorùbá conosco!

Últimos dias de inscrição para as aulas de Língua Yorùbá e Toques Sagrados. 
Fazendo os dois cursos a mensalidade sai por apenas R$100. 

As aulas acontecerão na Pastoral Afro, no Pelourinho, às segundas ou quartas-feiras, das 19 às 21:00h.

Preço promocional de R$100 apenas para quem vai realizar os dois cursos e pagamento antecipado.

Valor individual dos cursos: R$75 para o curso de yorùbá e R$50 para o de toques sagrados.

Com direito à Certificado e Apostila.

Início 16 de maio.

Compartilhe em suas redes sociais.

Informações pelo zap: 
(71)99201-9847

Realização: 
Biblioteca Afro Abdias Nascimento e Pastoral Afro



Inscrições e Informações pelo whatsapp:

(71)99201-9847

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Participe da nossa campanha de financiamento coletivo.

Click na imagem e acesse a página do Catarse para participar da campanha de construção da nossa sede e fomento das nossas atividades.

Contamos com você!

Participe da nossa campanha de financiamento coletivo.

Click na imagem e acesse a página do Catarse para participar da campanha de construção da nossa sede e fomento das nossas atividades.

Contamos com você!

terça-feira, 31 de maio de 2016

domingo, 8 de maio de 2016

Campanha em prol da contrução da sede da Biblioteca Abdias Nascimento

Está no ar a nossa Campanha de Financiamento Coletivo para concluir as obras de construção da nossa sede.

Participe e Compartilhe.

Ponha a mão nesta obra você também!

Click na imagem para acessar a página da campanha e colaborar.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Inscrições abertas para o Curso de Língua e Cultura Yorùbá

O Ponto de Leitura Biblioteca Abdias Nascimento esta com inscrições abertas para o Curso de Língua e Cultura Yorùbá. 
Este ano o curso é oferecido em três modalidades: Presencial Gratuíto, Presencial Pago e Curso à Distância. 

Na modalidade Presencial Gratuíto, o interessado deverá propor uma atividade a ser realizada como contrapartida junto à biblioteca. Podem ser oficinas, cursos, intervenções artísticas nas atividades já realizadas pela biblioteca, participação em atividades, parcerias, doações para o acervo e voluntariado. A atividade deverá ser desenvolvida ao longo do período de realização do curso. Inscrições na aba "INSCRIÇÕES Curso à Distância de Língua e Cultura Yorùbá - PRESENCIAL"

Na modalidade Presencial Pago, será cobrado uma taxa de inscrição no valor de R$50,00 e mensalidade no valor de R$60,00.  A participação no curso só será validada após o pagamento da taxa de inscrição mediante depósito em conta, os dados bancários deverão ser solicitados através do e-mail iya_ccan@yahoo.com.br , após preenchida a ficha de inscrição. Inscrições na aba "INSCRIÇÕES Curso à Distância de Língua e Cultura Yorùbá - PRESENCIAL"

Nestas duas modalidades o início do curso acontece a partir da ultima semana de janeiro. As aulas acontecerão na sede da Biblioteca Abdias Nascimento, no bairro de Periperi, Subúrbio Ferroviário de Salvador-Ba.

Na modalidade Curso à Distância, será cobrado mensalidade no valor de R$120,00, as aulas serão realizadas online, através de vídeo aulas e suporte do professor através do Watsapp, Facebook e e-mail. O início é imediato e haverá envio de apostila digital. Inscrições e pagamento na aba "INSCRIÇÕES Curso à Distância de Língua e Cultura Yorùbá"

O curso tem duração de três meses em todas as modalidades e dará direito à apostila e certificado para aqueles que obtiverem aproveitamento de no mínimo 75%. O formulário de inscrições está disponível em nosso blog na aba Inscrições.

CONTEÚDO DO PROGRAMÁTICO:


Conteúdo Programático:

1 - Aspectos Linguísticos:

Alfabeto
Acentuação
Saudações
Formação de Frases
Pronomes (Possessivos/Demonstrativos/Indefinidos/Interrogativos)
Preposições
Advérbios de Tempo e Lugar
Verbos
Tempos Verbais (Passado/Presente/Futuro/Gerúndio)
Animais
Profissões
Família
Numerais
Horas
Corpo Humano
Dias da Semana
Meses do Ano
Cores
Comidas e Bebidas

2 – Aspectos Culturais:

Origem dos povos Yorùbás;
Sua presença no Novo Mundo;
Relações interpessoais;
Ética e tabus;
Pertencimento étnico;
O respeito à família e ancestralidade;
Mitologia;
Religiosidade;
Trabalho;
A importância do nome;
A mística em torno dos filhos;
Moda e estética Yorùbá;
Música e Cinema Yorùbás;
Orgulho racial.



Feliz Kwanzaa!

O Ponto de Leitura Biblioteca Abdias Nascimento deseja a todos os seus Irmãos, Amigos e Colaboradores um Feliz Kwanzaa.
Harambee!!!
Kwanzaa, final de ano à moda pan-africana

O nome "Kwanzaa" deriva da expressão "matunda ya kwanza", que significa "primeiros frutos" em swahili, a língua mais falada entre as centenas de línguas que existem na África. A festa dos "primeiros frutos" é típica dos povos ancestrais, a origem do Natal cristão seria uma celebração desse tipo, a festa da vitória da vida contra a morte, da luz contra as trevas, da colheita farta que garantia a continuidade contra a ameaça da fome e do extermínio.
A idéia de criar um feriado "pan-africano" é atribuída a um professor de estudos africanos da Universidade da Califórnia, Maulana Karenga, ele apresentou o Kwanzaa em 1966, uma época em que os afro-americanos lutavam por direitos iguais, como meio de ajudá-los a se conectarem com os valores e tradições africanas, quis também que servisse como um elo para unificar os afro-americanos como comunidade e como povo. Ele escolheu as datas de 26 de dezembro a 1º de janeiro para coincidir com os feriados judeu e cristão, que já são uma época de celebração. Kwanzaa foi celebrado pela primeira vez de 26 de dezembro de 1966 a 1 de janeiro de 1967.
O Kwanzaa está centrado nos sete princípios, Nguzo Saba, que representa os valores da família, da comunidade e da cultura para os africanos e para os descendentes de africanos. São eles: Umoja (unidade), Kujichagulia (autodeterminação), Ujima (trabalho coletivo e responsabilidade), Ujamaa (cooperação econômica), Nia (propósito), Kuumba (criatividade) e Imani (fé) convidam à união das famílias, à reverência ao criador e à celebração das bençãos da vida.
Comemore conosco, com sua família e amigos.

(O Ponto de Leitura Biblioteca Abdias Nascimento é a primeira biblioteca comunitária especializada em cultura afro-brasileira e africana da cidade de Salvador Ba, localizada no subúrbio ferroviário. Estamos retomando gradativamente as nossas atividades após a construção da nossa sede própria. Em breve divulgaremos a inauguração da nossa sede. Fiquem ligados nas nossas atividades através do nosso blog: abdiasbiblioteca.blogspot.com.br)

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Olá amig@s e irm@os,
A Biblioteca Abdias Nascimento está iniciando uma nova fase. Nela, estamos dando início à construção da nossa sede própria para dar continuidade às nossas atividades e expandir o foco das ações. Por conta disso, as atividades estão suspensas desde o início do mês de setembro com previsão paro o retorno no final do mês de novembro.
Pedimos desculpas pela ausência lembrando que em breve estaremos retomando com todo gás as nossas ações.
Abraços e Muito Axé à tod@s!!!

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Jam Session e Sarau Poético

Neste domingo estaremos mais uma vez com a nossa Jam da BAN - Sarau Poético e Jam Session.

A Jam da BAN é um espaço livre para apresentação, brincadeiras e performances musicais/poéticas, no qual buscamos fomentar a expressão de artistas locais, sobretudo do cenário independente.

Nesta edição, teremos um novo formato musical. Será dada prioridade acústica aos instrumentos, contando com um layout mais integrador, mais informal e enxuto.

A atividade contará com apresentação musical de Live PA Percussion, Performance percussiva que mistura bases e equipamentos eletrônicos com a percussão convencional a partis de instrumentos africanos e afro-brasileiros possibilitando a criação de arranjos em tempo real e ao vivo realizada pelo percussionista e coordenador da Biblioteca Abdias Nascimento Eduardo Pereira Odùdúwa e interação com o publico.

A participação no evento é livre, GRATUITA, e ocorrerá, novamente, no Centro de Referência Artística do Parque São Bartolomeu, na Suburbana. Quem tiver dúvidas do local, é só perguntar.

Levem seus instrumentos, poesias, canções, cifras, e o que mais for preciso pra se expressar.

Até lá!

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Nova Página no facebook

Olá amigos e irmãos,

Informamos que, por imposição do facebook.com, o nosso perfil passou a ser uma página do facebook.
Contamos com a compreenção de tod@s e paciência pois também estamos nos adaptando ao novo formato.

Curtam nossa página e continuem acompanhando as nossas atividades.

CURTIR (ir para a página)

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Primeiro Fórum do Povo do Axé do Subúrbio Ferroviário de Salvador


"#Subúrbio, a Nova Cachoeira"

O Ponto de Leitura Biblioteca Abdias Nascimento realizou nos dias 13 e 14 de junho o Primeiro Fórum do Povo do Axé do Subúrbio Ferroviário de Salvador - Ba. O evento que celebrou os sete anos de atuação da instituição, teve como tema "#Subúrbio, a Nova Cachoeira" em reconhecimento ao fato de ser esta região atualmente um espaço que reúne o maior número de comunidades-terreiro da cidade e também por concentrar, de acordo com as pesquisas mais recentes, a maior população negra da cidade. O evento contou com a presença de diversas comunidades-terreiro e representações institucionais que lutam pela preservação da cultura e garantia de direitos. Mesas discursivas, painéis temáticos, oficinas e apresentações artísticas foram algumas das atividade que compuseram o fórum. Como deliberação, foi lançado o Jornal Kwanzaa que pretende ser mais um veículo de fortalecimento da luta contra o racismo e intolerância e ainda, esta sendo elaborado em parceria com as comunidades-terreiros Documento a ser encaminhado aos órgãos competentes a fim de solicitar providências em relação à intolerância religiosa que esta sendo propagada no transporte publico e meios de comunicação em nossa cidade, em especial nas Rádios Comunitárias e Rede Ferroviária.

Agradecemos a presença dos membros das diversas comunidades-terreiro e instituições que possibilitaram a concretização do evento.


fotos: Lúcia Leiro, Robson dy Correia, Patrícia Itaparica e B.A.N.

image Painel Temático "Antiguidade é Posto" - Pai Augusto image Salva de Atabaques image Apresentação do Coral Afro nkorin Yorùbá image Mesa de Abertura image Mesa com representantes das instituições de defesa dos direitos do povo negro e de terreiro: Dandara Pinho, ACBANTU, NAFRO-PM, Centro de Referência Nelson Mandela, Robson Correia image Painel Temático - Marcos Rodrigues
image
Oficina de Turbantes - Dani Santana image
Painel Temático - Neci Neves image Exposição de Produções Artísticas das Comunidades-terreiro - Ilê Axé Torrungunan image Roda de Conversa - Mãe Val image Apresentação Artística - Grupo Conviver Vó Maria image Painel Temático - Angela Carla de Farias image Apresentação Artística - Capoeira Obalafon image Roda de Conversa - Antiguidade é Posto image Painel Temático - Fernanda Barros image Lançamento do Jornal Kwanzaa image Oficina de Dança de Rua 11406117_990810030958964_7821997998373415728_o Encerramento: JAM da B.A.N. - Jam Session e Sarau Poético image

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quarta-feira, 27 de maio de 2015

Programação 1º Fórum do Povo do Axé do Subúrbio Ferroviário de Salvador-Ba

1º Fórum do Povo do Axé do Subúrbio Ferroviário de Salvador-Ba
         “#Subúrbio, a nova Cachoeira”


Prezados irmãos(as),
Sua Benção.

É  com  grande  satisfação  que  entramos  em  contato  com  vss.ª  para  informar  que  a Biblioteca Abdias Nascimento estará realizando nos próximos dias 13 e 14 de junho no Parque São Bartolomeu, o Primeiro  Fórum do  Povo  do  Axé  do  Subúrbio  Ferroviário  de  Salvador,  com o tema “ Subúrbio, a nova Cachoeira”. O objetivo do encontro é dar visibilidade e promover o diálogo à cerca da presença e direitos da população negra e de terreiro que se configura enquanto maioria nesta região. A  atividade  marca  também  a  comemoração  dos  sete  anos  de  fundação  da  nossa instituição, completados no dia 30 de maio. Neste fórum, além de mesas redondas com representantes das instituições que lutam pela promoção das direitos da população afro-brasileira,  haverão  oficinas  e  apresentações  artísticas,  exposição  de  práticas  na  área cultural e artigos acadêmicos sobre o tema e estaremos lançando o Jornal Kwaanza, mais uma ferramenta na luta de combate ao racismo e intolerância.


PROGRAMAÇÃO

SÁBADO, 13 de junho de 2015:
Local: Parque São Bartolomeu (Centro de Referência)
9:00h 
Abertura Oficial
Salva de Atabaques com Ogans representantes de terreiros locais
Apresentação Musical do Coral Afro nkorin Yorùbá
Fala Institucional: Isis Sacramento (coordenadora Biblioteca Abdias Nascimento)
Representantes do Parque São Bartolomeu e autoridades governamentais

10:00h
Mesa Redonda com representantes das organizações de defesa dos direitos do povo negro e dos povos de terreiro de Salvador-Ba:
Centro de Referência Nelson Mandela/ACBANTU/SIOBA/NAFRO-PM

12:00h
Almoço Coletivo e Visita ao Parque (levar alimentos para compartilhar)

14:00h
Salva de Atabaques
Apresentação Artística: Carimbó do Grupo de Idosas Conviver Vó Maria (Periperí)
Painel “Arte e Axé” – O Terreiro enquanto espaço de promoção do saber e formação de identidades. Expositoras: Neci Neves (Terreiro Torrungunan – Lagoa da Paixão/Faz. Coutos)
Mãe Val (Afoxé Filhos de Ogun de Ronda)

15:00h
1.Oficinas artísticas diversas (Torços e Turbantes, Arte em Cerâmica/Argila, Dança de Rua);

2.Comunicação Oral: Apresentação de Artigos Acadêmicos e Exposição de Práticas e Iniciativas na área cultural

2.1. Relatos de um enclave – Centro Cultural Mata Inteira ou Terreiro de Omolú, uma história de ressignificação do espaço publico  - George Dinís Teixeira –  UFBA - Salvador/Ba
2.2. Teoria Feminista como transformação social: pelo fim da cegueira de gênero - Angela Carla de Farias - PPGNEIM-UFBA

16:30h
Apresentação Artística:
Afro-Butoh  Calé Miranda - Rio de Janeiro/RJ (Prêmio FUNART Artes Cênicas de Rua 2009)

DOMINGO, 14 de junho de 2015:
Local: Parque São Bartolomeu (Centro de Referência)

09:00h
Salva de Atabaques com Ogans representantes de terreiros locais
Apresentação Artística de Capoeira e Maculelê – Afoxé Filhos de Ogun de Ronda

09:30h
Painel “Antiguidade é Posto” (partilha de vivências com zeladores representantes de comunidades/terreiro locais)

10:00h

1.Conclusão das Oficinas Artísticas;
2.Comunicação Oral: Apresentação de Artigos Acadêmicos e Exposição de Práticas e Iniciativas na área cultural
2.1. Uma História de vida em Praia Grande (Ilha de Maré)Marcos Rodrigues – UFBA – Salvador/Ba
2.2. Comunidade Negra e Direitos - Dandara Pinho

12:00h
Almoço Coletivo (levar alimentos para compartilhar)

14:00h
Salva de Atabaques com Ogans representantes de terreiros locais
Lançamento do Jornal “Kwanzaa” da Biblioteca Abdias Nascimento

14:45h
JAM da B.A.N – Jam Session e Sarau Poético com Mostra dos resultados das oficinas;
Apresentação de artistas locais;
Recital de Poesias

16:30h
Encerramento:
Apresentação musical à confirmar


O 1º Fórum do Povo do Axé do Subúrbio Ferroviário de Salvador-Ba, estará realizando três oficinas artísticas que tem como objetivo incentivar a realização de atividades culturais e artísticas dentro das comunidades  terreiro.  Sendo elas de Torços e Turbantes, Arte em Cerâmica/Argila e Dança de Rua. Solicitamos  aos  responsáveis  que  orientem  os  seus  filhos,  amigos  e  irmãos membros das comunidades à se inscreverem. Cada pessoa poderá se inscrever em apenas uma oficina e participará de atividades complementares. A inscrição  e  participação  é  gratuita.  A  ficha  de  inscrição deverá  ser solicitada por e-mail e entregue  até  o  dia  11  de  junho  na administração do parque ou através  do e-mail iya_ccan@yahoo.com.br.

(Gostaríamos de expressar que seria uma grande honra para nós contar com vossa presença e participação, expondo a sua prática e participando das discussões conforme programação em anexo.
O evento é gratuito e aberto a todos os públicos e idades, sinta-se à vontade para divulgar, levar seu grupo, comunidade-terreiro e/ou educandos.)

Maiores informações através do e-mail: iya_ccan@yahoo.com.br e telefone (71) 9201-9847. 

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Primeiro Fórum do Povo do Axé do Subúrbio Ferroviário de Salvador

Estão abertas as inscrições para os interessados em apresentar relatos de práticas e vivências bem como artigos acadêmicos que tenham como foco a Cultura Afro-brasileira e Africana, Povos e Comunidades Tradicionais de Terreiro e temáticas transversais como Identidade, Luta por Direitos, Combate à Intolerância e Questões de Gênero.

Os relatos serão apresentados durante o Primeiro Fórum do Povo do Axé do Subúrbio Ferroviário de Salvador, a ser realizado nos dias 13 e 14 de junho do 2015.


Os interessados deverão enviar um resumo do trabalho juntamente com currículo resumido para o e-mail: iya_ccan@yahoo.com.br

Breve será publicada a programação parcial do evento.

domingo, 17 de maio de 2015

Mês Comemorativo aos Sete Anos da Biblioteca Abdias Nascimento

Sete é um número de axé e no dia 30 de maio a Biblioteca Abdias Nascimento celebra os seus sete anos de existência.  
As comemorações iniciaram neste sábado, dia 16 de maio, com a realização do Ajeun Cultural (Feijoada Comemorativa para amigos e parceiros), seguiram no domingo com mais uma edição do Sarau Poético e JamSession "Jam da BAN" no Parque São Bartolomeu e se estendem até o mês de junho com a realização do Fórum de Religiosidade Afro-brasileira do Subúrbio Ferroviário com o tema: "‪#‎Subúrbio‬, a nova Cachoeira", que traz grandes novidades... 
          Em breve publicaremos mais informações.

Acompanhem!


Mês Comemorativo aos Sete Anos da Biblioteca Abdias Nascimento

Emissoras de tv são condenadas por intolerância religiosa

Boas notícias do Brasil: Em 12 de maio, as emissoras de televisão Rede Record e Rede Mulher foram condenadas a produzir e exibir, cada uma, quatro programas de televisão, a título de direito de resposta às religiões de origem africana, em razão das ofensas proferidas contra elas em suas programações. Cada programa deverá ter a duração mínima de uma hora e as rés empregarão seus respectivos espaços físicos, equipamentos e pessoal técnico para produzi-los. A decisão é do juiz Djalma Moreira Gomes, da 25ª Vara Federal Cível em São Paulo/SP. (...) O magistrado transcreve um trecho da liminar proferida na ação, pela juíza federal Marisa Cláudia Gonçalves Cucio, que mostrou relatos de pessoas que se converteram à Igreja Universal, mas antes eram adeptas às religiões afro-brasileiras, eram tratadas como “ex-bruxa”, “ex-mãe de encosto” e acusadas de terem servido aos “espíritos do mal”.
“Este tipo de mensagem desrespeitosa, com cunho de preconceito [...] tem impacto poderoso sobre a população, principalmente a de baixa escolaridade, porque é acessada por centenas de milhares de pessoas que podem recebe-la como uma verdade”, explicou, na ocasião, Marisa Cucio.
Tanto a Rede Record quanto a Rede Mulher deverão exibir cada um dos quatro programas em duas oportunidades (totalizando oito exibições por emissora), em horários correspondentes àqueles em que foram exibidos os programas que praticaram as ofensas. Além disso, deverão realizar três chamadas aos telespectadores na véspera ou no próprio dia da exibição.
Processo n.º 2004.61.00.034549-6
Publicado em: Rede Afrobrasileira Sociocultural


Justiça condena emissoras de tv

quarta-feira, 13 de maio de 2015

JAM da B.A.N. - Jamsession & Sarau Poético

E aí, pessoal, no domingo dia 17/05, estaremos mais uma vez no nosso evento mensal no Espaço de Cultura e Artes do Parque São Bartolomeu.

A Biblioteca Abdias Nascimento vem realizando mensalmente  este sarau poético que mistura música e poesia com a percussividade africana. 

Traga sua poesia, música, banda, instrumento musical ou intervenção artística e venha compartilhar conosco e conhecer esse patrimônio cultural e imaterial afro-brasileiro

Evento gratuito e livre para todos os públicos.

(É importante salientar que a JAM da BAN busca estritamente dar lugar à expressão artística dos presentes, independente de capacidade ou valor técnico.
O objetivo do evento é fazer com que qualquer um possa se manifestar artisticamente, seja músico profissional, amador, aprendiz, poeta, leitor, ou simpatizante, e, assim, criarmos um ambiente de comunhão e respeito para que possamos nos mostrar sensivelmente.
O que está em jogo aqui é o que você tem para dizer, independente de como você dirá, portanto, deixo a mensagem a todos os irmãos que, por ventura, estejam inibidos ou sentindo-se deslocados para comparecer. 
O local da JAM da BAN será o novo espaço de educação, cultura e manifestação artística do Parque São Bartolomeu. O espaço fica localizado logo na entrada do parque. Esperamos vocês lá.)
Informações: (71)9201-9847)


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    sexta-feira, 10 de abril de 2015

    JAM da B.A.N. - JamSession e Sarau Poético

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    A Biblioteca Abdias Nascimento realiza neste domingo mais uma edição do sarau poético e jamsession mensal "Jam da BAN", no Parque São Bartolomeu, um encontro que mistura música e poesia com a percussividade africana. 
    Traga sua poesia, música, banda, instrumento musical ou intervenção artística e venha compartilhar conosco e conhecer esse patrimônio cultural e imaterial afro-brasileiro que é o Parque São Bartolomeu.
    Evento gratuito.

    O que? Jam da BAN - Sarau Poético e JamSession
    Quando? Domingo, 12 de abril, das 13 às 17h
    Onde? Parque São Bartolomeu (Centro de Referência)
    Quanto? Gratuito
    Contato: 9201-9847 (Eduardo)

    quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

    FELIZ KWANZAA!!!

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    O Ponto de Leitura Biblioteca Abdias Nascimento deseja a todos os seus Amigos e Colaboradores um Feliz Kwanzaa.

     Harambee!!!

     Kwanzaa, final de ano à moda pan-africana O nome "Kwanzaa" deriva da expressão "matunda ya kwanza", que significa "primeiros frutos" em swahili, a língua mais falada entre as centenas de línguas que existem na África. A festa dos "primeiros frutos" é típica dos povos ancestrais, a origem do Natal cristão seria uma celebração desse tipo, a festa da vitória da vida contra a morte, da luz contra as trevas, da colheita farta que garantia a continuidade contra a ameaça da fome e do extermínio.
    A idéia de criar um feriado "pan-africano" é atribuída a um professor de estudos africanos da Universidade da Califórnia, Maulana Karenga, ele apresentou o Kwanzaa em 1966, uma época em que os afro-americanos lutavam por direitos iguais, como meio de ajudá-los a se conectarem com os valores e tradições africanas, quis também que servisse como um elo para unificar os afro-americanos como comunidade e como povo. Ele escolheu as datas de 26 de dezembro a 1º de janeiro para coincidir com os feriados judeu e cristão, que já são uma época de celebração. Kwanzaa foi celebrado pela primeira vez de 26 de dezembro de 1966 a 1 de janeiro de 1967.
    O Kwanzaa está centrado nos sete princípios, Nguzo Saba, que representa os valores da família, da comunidade e da cultura para os africanos e para os descendentes de africanos.
    São eles: Umoja (unidade), Kujichagulia (autodeterminação), Ujima (trabalho coletivo e responsabilidade), Ujamaa (cooperação econômica), Nia (propósito), Kuumba (criatividade) e Imani (fé) convidam à união das famílias, à reverência ao criador e à celebração das bençãos da vida.

    Comemore conosco, com sua família e amigos.


     (O Ponto de Leitura Biblioteca Abdias Nascimento é a primeira biblioteca comunitária especializada em cultura afro-brasileira e africana da cidade de Salvador Ba, localizada no subúrbio ferroviário. Este projeto conta com o Apoio da Fundação Biblioteca Nacional e Ministério da Cultura através do Edital Prêmio de Apoio à Modernização de Pontos de Leitura e Bibliotecas Comunitárias.)

    terça-feira, 25 de novembro de 2014

    Elisa Larkin Nascimento visita a Biblioteca Abdias Nascimento

    Grandes emoções na visita de Elisa Larkin Nascimento ao Ponto de Leitura Biblioteca Abdias Nascimento. Este encontro que ocorreu no último sábado, 22 de novembro, marcou o Mês da Consciência Negra, neste ano em que a biblioteca completou seis anos de atuação na promoção da leitura e valorização da Cultura Afro-brasileira no Subúrbio Ferroviário de Salvador-Ba.

    Visita de Elisa Larkin Nascimento à biblioteca.
     
    Elisa Larkin Nascimento é escritora, mestre em Direito e em Ciências Sociais pela Universidade do Estado de Nova York e doutora em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP). Co-fundadora e atual presidente do Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros (Ipeafro). Em sua visita à Salvador para a estreia da peça teatral "Sortilégio II", ela aproveitou para conhecer pessoalmente a biblioteca e reencontrar os seus fundadores. Elisa Larkin foi recepcionada ao som dos cânticos do Coral Afro nkorin Yorùbá e recital da poesia "Agadá da Transformação", de Abdias Nascimento. 


    Visita de Elisa Larkin Nascimento à biblioteca.
    Ela doou diversas obras para o acervo, autografou os livros de sua autoria presentes na biblioteca e presenteou a instituição com um dos dois exemplares que ficarão na Bahia da biografia "Abdias Nascimento - Grandes Vultos que Honraram o Senado", de sua autoria.

    Visita de Elisa Larkin Nascimento à biblioteca.   

    O encontro contou ainda com uma visita ao Parque São Bartolomeu, maior reserva de Mata Atlântica da cidade e território sagrado para o Povo de Axé, e finalizou ao sabor da culinária local no restaurante Cabana do Camarão.


    Visita de Elisa Larkin à biblioteca Visita de Elisa Larkin Nascimento à biblioteca.


    quinta-feira, 20 de novembro de 2014

    Fazenda Coutos é o bairro mais negro de Salvador


    SALVADOR



    Fazenda Coutos é o bairro mais negro de Salvador; Liberdade fica em 54º lugar

    Dentro do contingente de 24 mil habitantes do bairro, os negros são 90,57% da população local. Por isso, hoje, Fazenda Coutos pode ostentar o título de bairro mais negro de Salvador

    “Pode olhar, quem tem a pele clarinha é de fora!”. Parece extremista, mas se você olhar mesmo pelas ruas do bairro de Fazenda Coutos, vai ver que a feirante Maria Cremilda dos Santos, 32 anos, não está enganada. Encontrar a tal “pele clarinha” é difícil. “Tenha certeza de uma coisa: meu bairro é negro e eu também”, disse, orgulhosa. 

    Maria Cremilda está entre os 21.967 moradores de Fazenda Coutos que se definem como negros, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Dentro do contingente de 24 mil habitantes do bairro, os negros (tecnicamente definidos pela soma dos que se declararam ao IBGE como pretos ou pardos no Censo de 2010) são 90,57% da população  local. Por isso, hoje, Fazenda Coutos pode ostentar o título de bairro mais negro de Salvador — atrás somente de Ilha de Maré, com 92,99% de negros entre os 4.236 habitantes.

    É, esqueça a Liberdade... O bairro que, por muito tempo, foi considerado o mais negro da cidade – e, diziam alguns, até da América Latina – ocupa a 54ª posição, em números relativos ao tamanho da população: 85,41%.  Se considerarmos apenas os números absolutos, vá lá... A Liberdade fica em 10º lugar, com 35.704 negros. Mas, seguindo essa lógica, Pernambués tem o maior número de negros – são mais de 53 mil. No entanto, eles representam 82,45% da população de 64.983 habitantes. 

    “Raça e cor têm a ver com quanto a comunidade se identifica. Bairros como a Liberdade podem ter representação sobre identidade negra mais evidenciada, mas bairros com mais pessoas com pele preta ou parda não são esses de referência”, diz o coordenador de disseminação de informações do IBGE, Joilson Rodrigues.

    Fazenda Coutos pode não ter a tradição de resistência negra, mas, para a doméstica Telma Regina, 42, que mora lá há 30 anos, não há como negar a realidade local. “Aqui, não tem pessoas ‘parmalat’, de pele branca, cabelo liso e olhos claros. Se tiver, são só gatos pingados”, brincou. “O bom é que todo mundo é igual e ninguém trata ninguém com indiferença”.

    Orgulho e carência
    Para quem nasceu ali, a verdade é uma só: os moradores têm mais orgulho de se definir como negros. “Algumas pessoas podem até não perceber, mas estão amadurecendo mais e entendendo quem são. A cultura negra ajuda, a música negra, como o rap e o samba, tudo ajuda... Muitas crianças daqui cresceram com a capoeira e isso tem passado de pai para filho”, comentou o pensionista Roberto Chagas, 37, que foi morar lá “ainda bebê”. 

    Mas, apesar de tudo, a infraestrutura e os serviços públicos no bairro ainda ficam devendo... As queixas dos moradores vão desde a falta de áreas de lazer até a insegurança – ainda esta semana, duas escolas da rede municipal suspenderam as aulas, depois que traficantes rivais entraram em confronto.  “Fazenda Coutos é um bairro muito discriminado por conta da violência. Mas é um bairro em que a negritude está enraizada e, disso, temos orgulho”, disse o autônomo Alan Matos, 30. 

    Na verdade, o que tem acontecido em Fazenda Coutos é uma tendência no resto do país, para a professora de Sociologia da Ufba Paula Barreto, coordenadora do grupo de pesquisa A Cor da Bahia.  

    “Como (o Censo) é autodeclaração (a pessoa pode declarar a cor que quiser), acredito que o debate mais constante e a maior visibilidade que temos dado às questões da negritude e do racismo tenham feito com que cada vez mais pessoas deixem de negar sua cor”, explicou Paula. 

    Até o início dos anos 2000, o que acontecia era exatamente o contrário: a tendência era que as pessoas afirmassem que eram de uma cor mais clara do que a sua. “Isso acabava inflando a categoria branca, porque ninguém queria ser negro. Agora, as pessoas estão mudando a maneira como se classificam e um dos aspectos dessa afirmação do ser negro passa pela pessoa assumir as características físicas que têm”. 

    Resistência
    Só que, mesmo com as estatísticas  do IBGE, o título de Fazenda Coutos é questionável para alguns... Para Antônio Carlos Santos, o Vovô do Ilê Ayê, por exemplo, o posto ainda é da Liberdade. “Isso é uma forma de tentar enfraquecer, porque a Liberdade tem mais consciência de luta. Com todo respeito ao pessoal dos outros bairros, mas o grito daqui contra o racismo é mais forte”. 

    Ele diz que uma das possíveis explicações para o resultado seriam as divisões que o IBGE considera. De fato, Liberdade e Curuzu são considerados como bairros separados, pelo Censo. No entanto, isso não muda muita coisa. Se somássemos o total dos dois, o bairro ainda não seria o maior: o percentual seria de 85,68%.

    Bairros do Subúrbio são mais negros; ocupação começou em 1960

    Fazenda Coutos não é o único bairro do Subúrbio Ferroviário em que o número de moradores que se declaram negros é alto. Logo em seguida, vem Rio Sena (90,30% da população  preta ou parda), Moradas da Lagoa (90,12%), Lobato (89,62%)...
    Fazenda Coutos lidera, mas Top 20 tem vários bairros do Subúrbio (Foto: Marina Silva/Arquivo Correio)

    A ocupação dessa região, segundo a professora do curso de Urbanismo de Universidade do Estado da Bahia (Uneb) Liliane Mariano, começou na década de 1960, com o início da industrialização na cidade. “Houve uma migração muito grande do campo para a cidade. No início, a construção civil absorveu essa mão de obra. Depois, eles passaram a fazer atividades informais não qualificadas e começaram a ocupar o Subúrbio. Ali era uma área esquecida pelo poder público, que só na última década começou a olhar para lá. Tinha pouco valor para o mercado imobiliário, porque tem muitas encostas e é desqualificada para habitação. Por isso, o mercado imobiliário se interessou pela Orla Atlântica e pela região do Iguatemi”. 

    Essas outras regiões, como o Itaigara, a Vitória, a Graça e o Caminho das Árvores, são os bairros onde há menos negros (índices de 34,49%, 36,42%, 37,82%, e 38,03%, respectivamente). Segundo a secretária municipal da Reparação, Ivete Sacramento, até 2002, não houve nenhum tipo de medida afirmativa que ajudasse a mudar esses números - até a implantação das cotas raciais nas universidades públicas.

    “Infelizmente, a pobreza tem cor. E onde tem menos negro é onde tem uma economia mais elevada. Até o material que se usava nas obras dos bairros periféricos era diferente dos bairros nobres. Agora, estamos mudando isso”. Para a secretária, a consciência negra deve ser instituída desde os primeiros anos de escola. “Salvador é uma cidade com 79% de negros. Nós temos que ver esse colorido em toda parte”.
    Fonte: www.correio24horas.com.br

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